1 de jun. de 2010


"Ide"
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vi que trouxestes à baila a questão do salto decisivo.
como João você também sobrevoa por um tempo e dá o rasante quando a questão se aproxima do foco interior. pois bem, no pensamento hebraico a fé é o produto das evidências dadas pela razão:



o salto é a relação, passar do admitir para o relacionar-se.
.tempo lógico.
seu acontecimento. um acontecimento no infinitamente interior e isso é apenas e somente entre vocês três.





eu não sei. eu sou para sempre e de uma vez por todas
não-saber.

por isso mesmo:
(agora estou aqui e aqui: "me aparece")
que

("agora é")

que o caminho para a ruína alcançou seu último marco miliário. talvez Benjamim dissesse que as condições de irreversibilidade foram

satisfeitas.

eu sou a voz que clama no labirinto e, assim é, de uma vez por todas até que venha Siló e a ele obedecerão até mesmo os que apostataram

até mesmo os que o transpassaram.

(ficou visível o signo do inimigo estrangeiro do homem).
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os subsídios para uma hipercrítica da modernidade estão no pensamento hebraico antigo.
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eles estão falando de "criacionismo", eles estão falando sobre um aggiornamento do pensamento hebraico...
a Nova Roma está tomando forma...

sinais